
segunda-feira, 27 de junho de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
cena dos cavaleiros

1- Cruzados: que espírito os animava? (síntese).
Eles iam para o Norte de África e, se morressem, iam para o Céu, mas se não morressem ficavam com as riquezas todas.
2- Percurso cénico das personagens.
Entram directamente na Barca da Glória.
3- Símbolos cénicos que os Cavaleiros transportam para cena e o seu valor simbólico.
A cruz de Deus. Representa os combates dos cristãos contra os mouros - espírito de cruzada.
4- Comportamento do Diabo e do Anjo.
O Diabo chamava-os para o Inferno, porque eles pretensamente teriam pecados. Ele fica indignado por passarem e não pararem.
O Anjo aceitou-os porque terão feito o bem e representavam Deus.
5- Perceber nas reacções do Diabo indícios da crítica que não foi possível fazer-se.
O Diabo quer que os cavaleiros parem para os criticar e depois convida-os a entrar.
6- A canção entoada como prova da Moralidade que é esta peça. Provar com palavras e expressões da mesma.
“À barca, à barca, senhores,
Barca mui nobrecida,
À barca, à barca da vida!”
Eles iam para o Norte de África e, se morressem, iam para o Céu, mas se não morressem ficavam com as riquezas todas.
2- Percurso cénico das personagens.
Entram directamente na Barca da Glória.
3- Símbolos cénicos que os Cavaleiros transportam para cena e o seu valor simbólico.
A cruz de Deus. Representa os combates dos cristãos contra os mouros - espírito de cruzada.
4- Comportamento do Diabo e do Anjo.
O Diabo chamava-os para o Inferno, porque eles pretensamente teriam pecados. Ele fica indignado por passarem e não pararem.
O Anjo aceitou-os porque terão feito o bem e representavam Deus.
5- Perceber nas reacções do Diabo indícios da crítica que não foi possível fazer-se.
O Diabo quer que os cavaleiros parem para os criticar e depois convida-os a entrar.
6- A canção entoada como prova da Moralidade que é esta peça. Provar com palavras e expressões da mesma.
“À barca, à barca, senhores,
Barca mui nobrecida,
À barca, à barca da vida!”
7- Opinião pessoal acerca da cena.
Achei a cena interessante, diferente das outras cenas. Nesta cena, os Cavaleiros mostram às pessoas para não cometer os mesmos erros dos outros; eles apontam para a salavação, funcionando esta cena como verdadeira moralidade.
1. O hábito não faz o monge- frade
2. Quem semeia ventos, colhe tempestades- fidalgo
3. Quem não deve, não teme- cavaleiros
4. De são e de louco todos temos um pouco- joane
5. Quem tudo quer, tudo perde- Onzeneiro
6. Não se pode esconder um elefante debaixo de um nenúfar- Brisida Vaz
7. A ocasião faz o ladrão- sapateiro
Cena do Judeu

1.Símbolos cénicos que carrega e seu valor simbólico.
R: Bode. Significa que este Judeu nunca se converteu verdadeiramente ao Cristianismo.
R: Bode. Significa que este Judeu nunca se converteu verdadeiramente ao Cristianismo.
2. Percurso cénico do Judeu e seu significado.
R: Cais -Barca do inferno - vai a reboque. Significa que este Judeu nunca deixou de o ser para se converter ao Cristianismo.
R: Cais -Barca do inferno - vai a reboque. Significa que este Judeu nunca deixou de o ser para se converter ao Cristianismo.
3. De que modo tentava o Judeu assegurar a sua entrada na Barca do Inferno?
R: Usava dinheiro para tentar pagar a sua passagem; tentou subornar o Diabo.
R: Usava dinheiro para tentar pagar a sua passagem; tentou subornar o Diabo.
4. Principais acusações do Parvo.
4.1. Importância/significado da intervenção do Parvo.
R: Mijou nos túmulos cristãos. Comia carne no dia de jejum.
R: Mijou nos túmulos cristãos. Comia carne no dia de jejum.
O Parvo critica o Judeu em vez do Anjo; este não aparece, porque esta peça é cristã, mas, se o Judeu não o é, o Anjo não tem de aparecer. É o Parvo que o critica em seu lugar.
5. Escrita: Depois da pesquisa efectuada, e num discurso pessoal, descreve a problemática dos cristãos-novos no Portugal quinhentista.
Cristão-novo ou converso era a designação dada em Portugal, Espanha e Brasil aos judeus e muçulmanos convertidos ao cristianismo, em contraposição aos cristãos-velhos. D. Manuel expulsou os judeus de Portugal, mas com isso perdia todo o dinheiro deles, porque o levavam consigo. Assim, deu o dito por não dito, deixou-os ficar, mas exigiu que se convertessem ao Cristianismo. A maioria nunca o fez de verdade.
Cristão-novo ou converso era a designação dada em Portugal, Espanha e Brasil aos judeus e muçulmanos convertidos ao cristianismo, em contraposição aos cristãos-velhos. D. Manuel expulsou os judeus de Portugal, mas com isso perdia todo o dinheiro deles, porque o levavam consigo. Assim, deu o dito por não dito, deixou-os ficar, mas exigiu que se convertessem ao Cristianismo. A maioria nunca o fez de verdade.
6. A fala mais interessante da cena. Porquê.
R: A maneira como o diabo trata o judeu (desprezo). Porque o Diabo quer todas as almas; estranho que não queira esta.
R: A maneira como o diabo trata o judeu (desprezo). Porque o Diabo quer todas as almas; estranho que não queira esta.
7. Passagens geradoras de cómico.
R: A parte em que o Judeu insulta o Diabo; todas as críticas de Joane (ex.: "Furtaste a chiba, cabrão?")
R: A parte em que o Judeu insulta o Diabo; todas as críticas de Joane (ex.: "Furtaste a chiba, cabrão?")
8. Opinião pessoal acerca da cena.
R: Gostei da cena, foi muito interessante e foi diferente das outras cenas.
R: Gostei da cena, foi muito interessante e foi diferente das outras cenas.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Cena da Brizida Vaz: antecipaçao
Brizida Vaz: Houlá.Diabo: Aqui também te pretendes prostituir?Ganhavas bem? Porque nao tinhas um trabalho honesto?
Brizida Vaz: Assim é muito mais fácil ganhar dinheiro. Emprego honestopra quê? Para ganhar pouco?
Diabo: Pois é, prefere-se sempre o caminha mais fácil e mais rápido, nem lgas as doenças nem ao futuro.
Brizida Vaz: Futuro?? Essa está boa, qual a prostituta que tem futuro? Nós só pensamos em arranjar dinheiro para o nosso vício.
Diabo: Agora vais ver as consequências das tuas decisões; anda daí, vamos ver como é o outro lado da vida , no Inferno, ah ah ah!
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Cena do Frade
1. A entrada do Frade em cena e a surpresa que provoca.O frade causou supresa porque entrou no cais com uma amante e veio a cantar e a dançar como se fosse um nobre, não como um frade.
2. Símbolos cénicos que transporta e seu valor simbólico.
Moça: apresenta o adultério/ pecado da carne;
Espada, escudo, elmo ( capacete de guerra) - aspira a classe social Nobre
Hábito (capelo) - religião
3. A preocupação de visar com a crítica todos os frades e não apenas este que aqui aparece:
3.1. Verso que o comprova;
Diabo: "fezeste bem, que é fermosa!e não vos punham lá grosa no vosso convento santo?" Frade: " e eles fazem outro tanto!"
3.2. Nome que estas personagens têm no teatro vicentino.
Personagem tipo
4. Exemplos de cómico nesta cena:
a) Carácter: o frade a cantar.
b) Situação: o frade a cantar e a dançar.
c) Linguagem: "entrai, padre reverendo!
Argumentos de defeso do frade:
" E este hábito no me vai?"
" Eu hei-de ser condenado? Um padre tão namorado e tão dado a virtude?"
"como?pode ser namorado e folgar com ua mulher se há um frade a perder, com tanto salmo rezado?"
6. O percurso cénico da personagem e o seu significado.
Movimento triplice. Apesar de ser um movimento tríplice nao é tradicional porque não aparece o anjo.
7. O papel do Parvo nesta cena.
Crítica violenta de Joane ao frade. a mulher é um pedaço de carne que o frade come. o frade é condenado ao inferno por Joane; nada do que o parvo diz é levado a sério , por isso Gil Vincente pode dizer o que quer atraves de Joane que nao arranja problemas. O anjo nao aparece porque ele aceita a condenaçao (o frade percebe os seus pecados9. O Joane é um instrumento de critica atraz de quem Gil Vincente se esconde.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Cena do Frade- Orto do Esposo

O mordomo transformou-se no demónio que ia confrontá-los. Quando os frades se aperceberam que era o demónio, quiseram sair de lá, mas o demónio estava a enlouquecê-los e eles estavam de tal maneira perdidos que ficaram do lado do demónio.Aí , o demónio levou-os para o Inferno onde perceberam que estavam a ser enganados. Tentaram voltar, mas era tarde de mais. Como faziam tudo o que o demónio queria, acabaram por fazer muitas asneiras que Deus nao perdoou; acabaram por morrer no Inferno.
segunda-feira, 28 de março de 2011
sapateiro
1. Percurso cénico das personagens.Movimento tríplice. Barca do Inferno onde é gozado -Barca da Gloria onde é criticado -Barca do Inferno onde é Condenado.
2. Culpabilidade / inocência.
Todos foram culpados e condenados à barca do Inferno.
3. Objectos cénicos que carregam / não carregam consigo para o palco.
Sapateiro: avental e formas.
Onzeneiro: traz um bolsão que é a onzena (juros mal levados)
Fidalgo: pajem (opressão dos mais pobres) Rabo (vaidade) Cadeira de espaldas (ócio, poder).
4. Destino das personagens.
Acabaram todos por serem condenados à barca do inferno.
5. Principais acusações a que é sujeito o Sapateiro:
Acusações do diabo: Tal como os outros roubava as pessoas. O Sapateiro roubava as pessoas ao aumentar. O preço dos sapatos e não devolveu às pessoas. Pensava que ao ir confessar-se à igreja já era inocente mas isso não chegou.
Acusações do anjo: Ia carregado de pecados. Roubava descaradamente. Se tivesse vivido direito não necessitava delevar as formas dos pecados.
6. A fala mais interessante da cena. Porquê?
“hou barqueiros! Que aguardais? Vamos, venha a prancha logo E levai-me àquele fogo! Não nos detenhamos mais”. Na minha opinião gostei mais desta frase porque ele roubou as pessoas mas mesmo assim achava que se podia salvar, e que o seu lugar era na barca da glória, mas depois de ter ido lá percebeu que o seu lugar era na barca do inferno e então aceitou a sua sentença.
7. Passagens geradoras de cómico.
Sim, tem. Ex: “Carregado” pode ser carregado de formas de sapatos ou carregado de pecados – Cómico de linguagem. “Arrenegaria eu da festa e da puta da barcagem! – cómico de linguagem. “Cozer” cozer de cozinhar e coser os tecidos da roupa. – Cómico de linguagem.
8. Opinião pessoal acerca da cena.
Eu gostei desta cena, porque o sapateiro roubava as pessoas e depois ia à igreja confessar-se e depois, quando morreu, pensava que só por se ter confessado e comungado já podia ir para a barca da glória. Todavia, depois de tudo, ele acabou por ser condenado e isso foi um bom exemplo para as outras pessoas.
Subscrever:
Mensagens (Atom)